08/02/2011

Foi quase uma autópsia!

E assim resolvemos começar a desmontar a CB, eu comecei desmontei quase tudo em dois dias, o Roger veio em casa e acabamos o desmonte, tirando o motor do quadro!

Muita graxa, sangue e suor, parecia até uma carnificina, algumas peças teimarão mai pra sair que outras, mas nada que um martelo resolva, mas como dizia o meu professor do SENAI, se a ferramenta que você ta usando é um martelo tem coisa errada! Desculpa professor.

Alias quero aqui agradecer ao Professor Antonio Marcos e um braço pro professor Donofre, valew, foi muito bom o tempo junto! Aprendi muito!


Chopper!?!?!?!?!

Quando fomos buscar, eu, Tack e Zelão, a CB na casa do Canela, ela só veio até metade do caminho e parou teve que rolar um guincho.

A CB tava em péssimo estado, é como o Canela sempre fala: Mas os pneus são novos! Rsrsrsrsrs...

A parte elétrica era só faísca, muita gambiarra, muita coisa amarrada com arame, bem ao estilo Canela, um motor que anda bem, mas tava fumando, mesmo depois do Canela levar num mecânico.

Muita bagunça, fios e cabos, prolongadores e uns parafusos enormes fazendo peço e enfeando a moto, coitada da Cbzona, carregava um peso!

Mas antes de pegar a moto, pensava: Mas o que fazer com ela? Eu nunca fui muito fá de chopper, prefiro uma naked ou uma trail, e agora tava com uma CB totalmente chopper nas mãos! O que fazer?

Já tinha conversado com o Roger sobre a CB e como nós fizemos SENAI juntos ele ia me ajudar a mexer na CB.



Roger e Moraum

Estado geral da CB, quando eu peguei!










07/02/2011

Começou assim...

O Leandro trocou uma Strada em uma CB400 1981 modificada, ficou com ela até ter como comprar outra moto e vendeu a mesma pro Sheine, que tbm posteriormente vendeu a CB pra Canela, e ai a motoca acabou parando na minha mão.






Leandro e a Cbzonha 
"original" quando ele comprou.











Aqui esta a mesma CB, mas na mão do Canela, guidão Seca Suvaco, paralama de Amazonas, pintura nova, faro auxiliar, basicamente estas as mudanças.


Historia da CB400

Lançada em um tempo de pequenas 125 e 180, a Honda CB 400 evoluiu para 450 e manteve admiradores por 14 anos
Tinha um porte imponente e linhas bem desenhadas, com pára-lama dianteiro, escapamentos e retrovisores cromados, banco em dois níveis, amplo tanque de combustível (17 litros) e rodas Comstar, com cinco raios de aço e aro de duralumínio. O guidão baixo impunha uma posição esportiva, embora causasse desconforto no uso com garupa. Retirado o banco, viam-se as ferramentas e uma caixa para documentos.




A primeira CB 400, em 1980: linhas modernas e imponentes, ciclística eficiente e um rodar confortável, apesar do guidão baixo

O quadro era do tipo Diamond, com o motor fazendo parte da estrutura. A roda dianteira grande, de 19 pol, não a tornava tão ágil e maneável, mas contribuía para o efeito giroscópico (que mantém a moto na vertical quando em movimento) e para amenizar os impactos dos pisos irregulares, tão comuns no Brasil. A suspensão traseira era convencional, com duas molas de constante variável, que se tornavam mais duras no final do curso e dispunham de cinco regulagens de prato. O freio dianteiro utilizava um disco simples, sendo o traseiro a tambor.
A Honda estava certa ao destacar o motor em sua publicidade: além de silencioso, trazia a inovação das três válvulas por cilindro e desenvolvia 40 cv de potência, para um desempenho muito acima das outras nacionais

Onde a CB mostrava-se referência era no desempenho. O motor de dois cilindros paralelos a quatro tempos, com refrigeração a ar e dois carburadores de 32 mm, trazia a novidade das três válvulas por cilindro, duas para admissão e uma para escapamento. O comando de válvulas era único, acionado por corrente, e havia duas árvores de balanceamento para anular vibrações, que cumpriam muito bem seu papel.

Sua potência, 40 cv a 9.500 rpm, superava em mais de 100% as pequenas motos que o mercado oferecia na época. Com torque máximo de 3,2 m.kgf a 8.000 rpm, o desempenho atendia bem a qualquer necessidade: velocidade máxima próxima a 160 km/h e aceleração de 0 a 100 km/h em cerca de 7 s.

Texto: Fabrício Samahá
Fotos: divulgação




Ficha técnica CB 400 (1980)
MOTOR
Cilindros
2 paralelos, 4 tempos
Comando e válvulas por cilindro
no cabeçote, 3
(2 de admissão, 1 de escapamento)
Refrigeração / partida
a ar / elétrica
Diâmetro e curso
70,5 x 50,6 mm
Cilindrada
395 cm3
Taxa de compressão
9,3:1
Potência máxima
40 cv a 9.500 rpm
Torque máximo
3,2 m.kgf a 8.000 rpm
Alimentação
2 carburadores de 32 mm
CÂMBIO
Marchas
6 / transmissão por corrente
FREIOS
Dianteiros
a disco
Traseiros
a tambor
CICLÍSTICA
Quadro
Diamond, motor estrutural, de aço
Suspensão dianteira/traseira
telescópica / duas molas
Pneu dianteiro/traseiro
3,60 S 19 / 4,10 S 18
DIMENSÕES
Comprimento
2,095 m
Largura
730 mm
Entreeixos
1,395 m
Altura do banco
795 mm
Capacidade do tanque
17 l
Peso
ND
DESEMPENHO
Velocidade máxima
160 km/h
Aceleração de 0 a 100 km/h
7 s